Véus de areia

Capa

O deserto, assim como seu povo, guarda uma história esquecida, mas viva em suas entranhas e que frequentemente vem à tona. Nos mostra quem somos e para onde iremos através das atitudes que tomamos quando nos baseamos na cultura e religiosidade da qual fazemos parte.

Poucos conseguem fugir de sua história e mesmo na busca determinada por um novo futuro, o passado de alguma forma reaparece fundindo o presente e o futuro em um único momento.

Nessa história a dançarina Cigana Hanan, o Tuareg Arash e toda sua família vivem em um cenário cheio de buscas e incertezas, encontros e desencontros alimentados pelas intrigas que os envolvem.

“É preciso colher as flores da esperança mesmo no solo desértico da desilusão, para saber que o sol da fé existe mesmo em pesadas nuvens dos desencantos.”

O mistério envolvendo o baú de um velho Barô Cigano, e as aparentes coincidências proporcionam reencontros e nos fará entender o valor de uma verdadeira amizade, seja no plano físico ou no plano espiritual em que estamos contidos.

As idas e vindas de um povo cigano, contada e vivida por eles nessa obra. Enquanto o mundo enfrenta de diversas formas a guerra, eles enfrentam suas vidas imunes a esses acontecimentos. Não apenas dentro de seu acampamento, mas principalmente em sua essência interior, preservando a vida e o amor. Pois é pelo sangue que surge o orgulho de ser cigano, mas é na alma que se vive contemplando a pura filosofia de uma vida nômade.

Páginas: 170

Autor: Antônio de Pádua A.A. Barros

Acabamento: brochura

Tamanho: 14 x 21

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